Mostrando postagens com marcador Ficção científica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ficção científica. Mostrar todas as postagens

Pedra no Céu, Isaac Asimov




Este livro foi uma cortesia da editora Aleph.

Isaac Asimov é um dos principais pilares da ficção científica. Autor de inúmeros sucessos de crítica e de vendas como Fundação e Eu, Robô, Asimov se tornou um autor indispensável no gênero e seu começo foi tão incrível quanto seu desenrolar. Prova desse começo espetacular foi seu primeiro romance Pedra no Céu, escrito em 1950 e relançado em 2016 pela Editora Aleph.

Academia Jedi, Jeffrey Brown


Este livro foi uma cortesia da Editora Aleph

Star Wars e seu universo expandido... Com histórias continuadas em livros, jogos e animação, a série agora conta com mais uma vertente: os quadrinhos. O cartunista Jeffrey Brown se encarregou dessa última mídia e fez muito bem. Academia Jedi e Academia Jedi 2 – O Retorno de Padawan são dois quadrinhos lançados em 2016 pela editora Aleph. Neles é contada a história de Roan Novachez, que é o garotinho mais legal de todas a galáxia.

Guerra do Velho, John Scalzi

Este livro foi uma cortesia da Editora Aleph

Generosidade. Se fosse para trazer à tona uma palavra presente na essência da história de Scalzi, eu diria que é essa: generosidade. Até que ponto você se entregaria por seu país? Pelas gerações futuras? Se jovem, você deve ser menos tentado a doar-se para uma causa maior, afinal você ainda tem toda uma vida pela frente, mas e quando o que te resta pela frente são alguns anos em um corpo velho e em decadência? Você se doaria?

O Fim da Infância, Arthur C. Clarke


Minhas palavras nesta resenha continuarão a ser insuficientes para descrever com precisão o fenômeno existente dentro das páginas desse livro e a largura dessa experiência literária que Arthur C. Clarke nos deu quando escreveu “O Fim da Infância”. Essa é uma novela de ficção científica que explora a complexa relação entre começos e fins, e o imensurável processo de evolução. Clarke, porém, tentou ferozmente capturar a essência desse conceito ousado em sua história e sinto-me no dever de tentar fazer o mesmo aqui.

Jogador nº 1, Ernest Cline


Três Chaves. Três Portões. O prêmio? A promessa de muito dinheiro e mais a posse do OASIS. Cinco jogadores à frente, o resto do mundo tentando alcançá-los e uma empresa que não mede esforços para obter o que deseja, nem que isso inclua assassinato. É sob essa atmosfera que se desenvolve Jogador nº 1. Mas espere aí, voltemos ao início.

A Terra está doente. Estamos 30 anos no futuro. Fontes energéticas estão em falta. A miséria é algo presente em grande parte do mundo e, para piorar, o planeta sofre terríveis mudanças climáticas. Em meio a tudo isso, existe o OASIS, que é uma plataforma ultramoderna, espécie de utopia virtual, uma Matrix em que as pessoas podem fugir da realidade nada agradável em que vivem.

A história começa com a notícia da morte de James Halliday, gênio nerd e bilionário, inventor do OASIS. Ele passou os últimos anos de sua vida projetando algo novo, e esse algo novo é um campeonato dentro do próprio OASIS, que consiste na busca pelas Três Chaves que abrem os Três Portões. As pistas — ou easter-eggs — deixadas por ele fazem referência ao mundo nerd. Isso acaba gerando uma legião de fanáticos que dedicam todo o tempo à procura das pistas, e que ficam conhecidos como os "caça-ovos". Entretanto, cinco anos se passam e nenhuma novidade é anunciada. O jogo mostrou-se mais difícil que o esperado. Até que num dia tão normal quanto qualquer outro, um nome surge no placar de Halliday: Parzival, e ao lado dele está uma chave que representa a Chave de Cobre. Depois de cinco anos, o mundo está de volta ao alvoroço.


Parzival é Wade Watts, um garoto órfão e pobre que vive com a tia negligente nas favelas e que, assim como qualquer outra pessoa no mundo, sonha em vencer A Caça. E após muito tempo, ele é o mais próximo do prêmio. Na verdade, o único. Mas isso não dura. Ele consegue avançar no campeonato, mas outras pessoas o fazem também. Agora, Wade precisa se apressar se quiser ser o vencedor. Entretanto, o fato dele ter sido o pioneiro no campeonato o colocou na mira da IOI, uma empresa rival que deseja monopolizar o OASIS. Eles têm um arsenal de tecnologia e pessoas a seu favor e não hesitam nas formas para alcançaram tal objetivo. O encontro de Wade com a IOI não será nada agradável, e ele precisará unir forças com os outros competidores.


Ernest Cline não titubeia em seu romance de estreia. Sua escrita nos transporta por mundos diversos, quase todos referenciando histórias nerds, e temos uma experiência muito visual devido à incrível capacidade descritiva de Cline, que foi moldada enquanto trabalhava como roteirista em Hollywood. Em meio a tantas informações e acontecimentos, o autor ainda consegue, mesmo que de forma bastante subjetiva, encaixar uma crítica à maneira como imergimos tão facilmente em algo ilusório e deixamos o real de lado. Como nem tudo é perfeito, a obra também possui seus defeitos — um deles são os personagens arquetípicos —, porém são poucos e acabam se tornando reles ante a qualidade inquestionável da história.


Jogador nº 1 é uma odisseia pelo mundo geek, e o autor presta uma homenagem aos clássicos da literatura, cinema, games e até música. Dentro de tudo isso, a cultura oitentista recebe uma atenção especial. Cline insere inúmeras referências em seu livro, que vão desde as mais explícitas, como as transcrições de cenas de filmes como Blade Runner, Monty Python em Busca do Cálice Sagrado e Jogos de Guerra, até as mais implícitas, como... Bem, essas eu vou deixar para vocês descobrirem. Jogador nº 1 é uma mistura de ficção científica com ação, suspense cibernético e ainda um pouco romance. O resultado é uma obra muito versátil e com potencial para agradar diversos tipos de leitores. Então, está esperando o quê? Junte-se a nós na procura pelas outras chaves e na luta contra a temível IOI.

O Planeta dos Macacos - O Confronto, de Matt Reeves



Amanhã estreia em circuito nacional O Planeta dos Macacos – O Confronto, e quando o “núcleo” carioca do blog foi convidado para assistir uma sessão antecipada do filme, as expectativas eram muito altas. E o filme as superou! O confronto, segunda parte da introdução à história iniciada em 68, traz os eventos ocorridos 10 anos após a batalha espetacular na Golden Gate Bridge, e mostra a evolução das, agora, duas sociedades. O vírus criado por Will, apelidado de Gripe símia (em uma clara alusão à gripe suína), dizimou a maior parte da população e a humanidade voltou a uma era sem tecnologia, vivendo em racionamento constante, e sob o governo de um homem só. Equipados com armas, o intuito inicial dos humanos é se proteger contra outros grupos de humanos, que podem ser hostis.

O Planeta dos Macacos - A Origem, de Rupert Wyatt


Dia 24 desse mês estreia, em circuito nacional, a segunda parte da introdução à historia de O Planeta dos Macacos. Antecedendo os eventos da narrativa iniciada em 1968, esse é o segundo filme produzido desde 2011. Mas é do anterior que queremos falar. Rupert Wyatt dirige o que consigo chamar de um filme poesia. Partindo do clichê “cientista procura cura para doença que o atinge pessoalmente”, o filme consegue chegar em um patamar de qualidade muito alta, com roteiro, direção e atuações memoráveis, mesmo que não muito reconhecidas por aí.
 

BLOG HORRORSHOW - CRIADO E DESENVOLVIDO POR ARTHUR LINS - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © 2015